O Time

O Time que a bola reuniu

Mônica Saraiva e Sebastián Acevedo se conheceram em 2019 no Museu do Futebol, em São Paulo. Dali nasceu uma pergunta compartilhada: o que acontece quando a bola e a câmera viajam juntas para escutar territórios, culturas e memórias?

Antes de ser metodologia, Gondwana FC foi uma vontade de mundo: encontrar pessoas, abrir conversa, registrar experiências e contar histórias que o futebol ajuda a revelar.

Mônica Saraiva e Sebastián Acevedo juntos em encontro internacional de esporte, educação e paz
Mônica Saraiva e Sebastián Acevedo: duas trajetórias que se encontram entre futebol, cultura, educação e território.

Por que Gondwana

Um nome para reunir territórios

Gondwana foi um supercontinente. Antes dos mapas que hoje separam América do Sul, África, Oceania e Antártida, essas terras já estiveram unidas em uma mesma massa viva.

O nome carrega uma imagem poderosa para o nosso trabalho: aquilo que parece distante ainda guarda parentescos, memórias e caminhos de volta. A bola ajuda a reconhecer essas conexões. A câmera ajuda a registrar o que aparece quando pessoas, culturas e histórias voltam a conversar.

Por isso, Gondwana FC fala de futebol, mas também fala de ancestralidade, pertencimento, migração, cultura popular, educação e futuro. É um time para juntar campo, escola, museu, comunidade e mundo.

Mapa do supercontinente Gondwana há cerca de 184 milhões de anos. Referência visual: GDCG/UFRJ. Clique para ampliar

No documento da Metodologia ABC, Gondwana aparece como imagem de origem e de método: um continente antigo que reunia terras hoje separadas, como América do Sul e África. No site, essa imagem vira linguagem educativa: a bola e a câmera ajudam a reconhecer conexões culturais, históricas e afetivas que continuam vivas nos territórios.

Quem somos

Um time de educação em movimento

Gondwana FC - Time da Educação nasce do encontro entre documentário, educação, futebol, cultura popular e articulação social. A página começa por gente: uma câmera, uma bola, duas trajetórias e uma forma própria de entrar nos territórios.

O projeto nasceu em 2020 com uma missão clara: criar experiências imersivas que conectam arte, cidadania, cultura, educação e esporte. Seu campo de atuação conversa com crianças, adolescentes, adultos, pessoas idosas e pessoas com deficiência intelectual, sempre por meio de práticas participativas, lúdicas e criativas.

Retrato de Mônica Saraiva da Silva

Mônica

Câmera, memória e território

Mônica Saraiva da Silva é jornalista, documentarista, fotógrafa e gestora de comunicação. Sua trajetória cruza projetos culturais, educacionais, esportivos e sociais no Brasil e na América Latina.

Passou por instituições como Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa e Memorial da América Latina. Em Gondwana, traz o olhar de quem sabe que toda imagem carrega uma história: transforma vivências em narrativa, registro e presença.

Retrato de Sebastián Acevedo Vásquez em contexto educativo

Sebastián

Bola, método e articulação

Sebastián Acevedo Vásquez é educador, empreendedor social, pesquisador e ex-atleta chileno. Sua trajetória atravessa inovação, esporte, educação, direitos humanos, educação popular e desenvolvimento humano.

Em Gondwana, conecta campo, escola, comunidade e estratégia. Participa da criação da Metodologia Gondwana ABC e entende o futebol como linguagem social: um jeito de abrir vínculo, pensamento e ação coletiva.

O que joga este time

Jogar, filmar e conversar são formas de pertencer

Gondwana FC joga outro tipo de partida: uma partida em que o placar não está apenas no resultado, mas no que uma comunidade consegue reconhecer sobre si mesma.

A bola abre circulação. A câmera convida a olhar de novo. A conversa organiza aquilo que aparece: lembranças, conflitos, pertencimentos, perguntas, gestos, sonhos e formas de aprender.

O futebol entra como língua comum. O audiovisual entra como autoria. A educação entra como experiência.

Crítico

As histórias podem ser contadas a partir de quem viveu a experiência.

Inclusivo

Toda identidade precisa ter lugar na roda.

Resiliente

As comunidades ensinam pela força, pela alegria e pela continuidade.

Sistêmico

Cultura, esporte, terra e povo se movem juntos.

Ponte para o Método ABC

Audiovisual, bola e conversa

Essa forma de trabalhar virou metodologia. Chamamos de ABC porque a experiência se organiza em três movimentos: audiovisual, bola e conversa. Filmamos, jogamos, escutamos e devolvemos ao grupo uma leitura sensível do que aconteceu.

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